BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, SANTANA, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Animais
MSN - tramapura

 

    Ateliê Trama Pura
  Blog da EMEJOTA
  O gato de Simon
  Amazon - livros
  Blog da PagSeguro


 

 
 

   

   


 
 
Blog de tramapura



Novidade: projeto grátis

Faz tempo que eu não coloco nada novo no blog, mas não quer dizer que eu não esteja aprontando! Sorriso

Acabei de preparar um projeto de porta-caixa de lenço e gostaria de compartilhar. Vejam a foto e me digam se não ficou muito fofo!

 

Quem quiser, baixe as intruções no link http://www.supershare.net/file/392278-773233209b.html
e boas costuras.

Bjs,

Luci



Escrito por tramapura às 20h55
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Cortes especiais de tecido usados por quem faz patchwork

Fat quarter – corte de 1 quarto de metro (ou de jarda caso seja nos EUA) de tecido. Mede 50 cm x 70 cm nos tecidos nacionais e 50 cm  x 55 cm nos importados na loja da Trama Pura.

 

Charms – cortes quadrados de cerca de 12,5 cm (5") de lado. Normalmente vendido em conjuntos por coleção, cor ou alguma outra forma de afinidade.

 

Layer cake- cortes quadrados de 25 cm (10") de lado. Normalmente vendido em conjuntos por coleção, cor ou alguma outra forma de afinidade.

Jellyroll- tiras de tecido de cerca de 6 cm (2,5") pela largura total do tecido. Normalmente vendido com tiras de uma coleção de tecido, enrolados lembrando um doce.

Medidas usuais dos tecidos

 

- tecido nacional: normalmente tem 1,50 m  largura. Alguns podem ter 1,40 m de largura

- tecido importado americano: normalmente tem 1,10 m de largura.

 

Lembrete: como sempre é necessário remover a ourela, dos valores acima precisamos descontar alguns centímetros para termos a medida líquida. Um tecido de 1,50 m tem cerca de 1,46 m para ser utilizado.



Escrito por tramapura às 13h43
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Placas ou bases de corte

As bases ou placas de corte fazem parte do conjunto régua/cortador/placa que dão produtividade ao patchwork. O conjunto permite medidas mais precisas e cortes mais rápidos. Elas protegem as superfícies e permitem trabalhar com outros materiais além de tecidos.

A placa é feita de um material especial (parece uma borracha dura) que permite que a lâmina do cortador circular faça os cortes sem danificar a superfície permanentemente.  Ela pode vir com medidas em centímetros ou em polegadas. Elas vêm em vários tamanhos e cores. Encontra-se desde o  tamanho de uma folha A4 (interessante para carregar para os lugares ou para ter ao lado da máquina para trabalhar com foundation) até as bem grandes cima de 60 cm (facilitando o corte de tamanhos grandes de tecidos e blocos). Alguns modelos têm medidas dos dois lados, às vezes centímetros de um lado e polegadas do outro. Além disso, elas possuem marcas de ângulos, o que facilita na hora de cortar triângulos e outras formas angulosas.

Outra característica interessante, é a divisão de meio e 1/4 centímetro. Essa característica facilita bastante quando trabalhamos com medidas mais quebradas.

Os principais cuidados a serem tomados são: nunca deixe a placa exposta ao sol  e guarde-a sempre na horizontal. Em ambos os casos, o risco é que a placa entorte e nunca mais volte a ficar plana. Eu tive essa experiência: esqueci minha placa em um lugar que pegava sol. Ela entortou em uma das pontas. Eu até tentei desentortar: colocando peso em cima e deixando vários dias, protegendo com um pano e passando o ferro para tentar assentar outra vez, mas não tive sucesso, sniff.Triste

Quando precisar limpar, use água e sabão neutro. O álcool, Veja e outros produtos do gênero ressecam a placa.

As placas costumam ser caras mas é um investimento de longo prazo, se você tiver os cuidados necessários, ela irá durar muitos anos e te dar grandes alegrias.

Boa sorte com a sua!

Bjs,

Luci



Escrito por tramapura às 20h05
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Cortadores circulares - parte 2

Os cortadores também precisam de manutenção. A troca das lâminas que vão ficando cegas pelo uso, nos poupa os braços e os tecidos da necessidade de passar várias vezes o cortador para ter os cortes necessários.

Como identificar a necessidade de troca? Observe que toda a vez que está cortando as camadas de tecido, ficam pequenas porções deles sem corte, gerando a necessidade de uma ou várias “passadas” adicionais do cortador. Com isso, acabamos empregando mais força ao deslizá-lo, acreditando ser essa a causa das pequenas partes sem corte. Essa atitude nos causa stress nos ombros e uma certa frustração Nervoso.

Observe abaixo as fotos de desmontagem para troca de lâmina. A rigor, todos os cortadores tem as mesmas partes (talvez um ou outra a mais) mas a essência é observar a sequência de desmontagem para conseguir montar novamente depois e tomar muito cuidado ao manusear a lâmina, pois, embora ela possa estar cega demais para os tecidos, ela pode fazer um grande estrago em você.Triste

Uma dica interessante é, caso você também faça artesanato com papel, guardar as lâminas que não servem mais para os tecidos para cortar papel. Nesse caso, elas ainda terão uma longa vida pela frente.

Ainda não achei ninguém que consiga afiar novamente uma lâmina dessas. Até vi em uma revista internacional um produto que promete afiar as lâminas de cortadores. Infelizmente eles não enviam para o Brasil. Vamos precisar esperar um pouco mais...

Remova pó de tecido que venha a juntar no cortador. No processo de limpeza, desmonte a lâmina e coloque uma micro-gota de óleo (beemm pequena mesmo, quase nenhum óleo) de máquina de costura junto do plástico que fica encaixado ao parafuso de fixação da lâmina.

 

 

Um beijo e até a próxima semana!!

 



Escrito por tramapura às 20h03
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Cortadores circulares – parte 1

O cortador circular de uso doméstico foi desenvolvido pela Olfa no final da década de 1970 e se tornou a ferramenta preferida da maioria das quilteiras. Essa ferramenta em formato  de cortador de pizza permite o corte mais rápido  de múltiplas camadas de tecido, muito mais preciso do que as tesouras. Em conjunto com a placa de corte e a régua de patchwork ele se tornou imbatível para dar produtividade e acuracidade as quilteiras do mundo.

Os cortadores circulares estão disponíveis em vários tamanhos, mas os mais comuns utilizados no patchwork são os de 45 mm. São vários tipos, alguns possuem travas para que as lâminas fiquem expostas e outros possuem regulagem em relação ao número de camadas de tecido a serem cortados. Pensando no uso, é interessante sempre que possível testar para identificar a qual você se adapta melhor.

 

Usando o cortador

Posicione sua mão segurando firmemente pelo cabo com o polegar e os dedos médio, anelar e mínimo circundando o cabo. Posicione o indicador para guiar o cortador. Posicione a régua sobre a placa. Encoste o cortador na régua alguns centímetros antes do tecido a ser cortado. Com o cabo do cortador em um ângulo de cerca de 45° deslize o cortador para frente, segurando firmemente a régua e mantendo o cortador rente a régua até acabar o tecido. Se a lâmina estiver em boas condições, o corte será feito na primeira passada. Não é preciso aplicar força para fazer o corte, apenas uma ligeira pressão de acordo com a quantidade de camadas de tecido a ser cortado.

Se você nunca usou um cortador antes, teste durante algum tempo em retalhos que não pretenda aproveitar, assim você não fica triste se errar.Chorão

Para mim, a parte chata do patchwork é cortar. Depois que eu descobri o cortador circular minha vida mudou. Acho que foi a mesma coisa para a humanidade quando inventaram a roda.Piscadela



Escrito por tramapura às 20h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dicas sobre compra de tecidos

Alguns tecidos têm estampa direcional, por exemplo: listrados ou mesmo aqueles em que todos os desenhos estão virados para o mesmo lado. Quando comprar esses tecidos tenha em mente como será usado, pois pode ser necessário comprar uma quantidade adicional.

O tamanho da estampa também é relevante. Se a estampa é muito grande e deve ser cortada em tamanhos pequenos, o desenho pode se perder. Nesse caso, procure examinar como ela ficará cortada no tamanho que precisará usar. 

Para saber o que você tem no seu “estoque” e tê-lo sempre a mão, procure montar um mostruário em uma caderneta. Cole ou grampeie amostras dos tecidos que você tem, organizados por cor. Dessa forma você vai sempre saber com o que aquele tecidinho lindo e imprescindível combina.

Boas costuras pra você!



Escrito por tramapura às 20h07
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Poucas quilteiras precisam de um motivo para comprar mais tecido. Nós somos apaixonadas por algodão. Somos obcecadas pelas estampas, pelos xadrezes e pelas novidades... Mas caso você precise justificar-se,  só por que apesar de ter toneladas de tecido ainda precisa comprar mais alguns, segue uma lista de justificativas que você pode acalmar sua consciência:

·         É um dever patriótico. É preciso manter  a economia funcionando e preservar os empregos.

·         Ah, não é para mim. Estou comprando para uma amiga.

·         Está em liquidação!

·         Eu não posso viver sem ele.

·         Eu comprei novas estantes para meu espaço de costura e preciso enchê-las para que não peguem pó.

·         Eles vão combinar com os que eu comprei no ano passado.

·         Eu quero ter o que deixar de herança para minha filha.

·         Ele é tão bonito. Certamente vou usar algum dia.

·         Sem tecido, eu não teria nada para fazer com a minha máquina de costura.

·         Se eu não comprar o tecido, certamente terei de comprar chocolates. Os tecidos não engordam.

·         Eles acalmam os nervos e me fazem sentir melhor.

·         Se eu não o comprar hoje, nunca vou achá-lo outra vez!

·         Um grande estoque de tecido é sinal de uma mente criativa.

·         Eu devo a mim mesma uma recompensa pelo meio quilo que perdi no mês passado.

·         É melhor do que gastar com terapia.

 

 

Deixando de lado a brincadeira, para conservar nossas toneladas de tecido precisamos:

·         Guardá-los  em local seco, longe de umidade e de preferência ao abrigo da luz.

·         O excesso de luz, mesmo que de maneira indireta, faz com que os tecidos desbotem, principalmente nas dobras.

·         Lave com sabão neutro, seque à sombra e passe com a temperatura do ferro adequada a composição do tecido. No caso do algodão, passe quando ainda estiver úmido.

Boas compras!   Piscadela

Luci



Escrito por tramapura às 08h06
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dicas sobre alfinetes

Nós não costumamos valorizar muito os alfinetes. Normalmente, pegamos os primeiros  que aparecem na frente para usar. Porém, existem vários tipos de alfinetes, cada um mais apropriado para um tipo de trabalho.

Material:  é importante perguntar de que metal ele é feito. Alfinetes de níquel, latão ou aço inoxidável não enferrujam.  Às vezes, acontece de começarmos a fazer alguma peça e por alguma razão demoramos para acabá-la deixando os alfinetes por um longo período. Eu, por exemplo, tenho alguns projetos que comecei a 2 anos atrás! :-ooo . Se os alfinetes não forem de boa qualidade, podem começar a enferrujar e manchar a peça.

Tipos: são definidos pelo formato da cabeça e pelo tamanho.

·         Cabeça chata e corpo longo (normalmente chamados de cabeça de flor):  são fáceis de ver na peça e devido a seu comprimento, conseguem prender várias camadas de tecido.

·         Curto com cabeça de vidro e fino: perfeito para usar na máquina. Também são resistentes ao calor do ferro elétrico.

·         Alfinetes de segurança: podem ser usados para segurar todas as camadas do trabalho durante o quilte.     

·         Alfinetes para aplicação: são pequenos e ajudam a segurar o trabalho no lugar enquanto se faz a aplicação à mão.

·         Alfinetes com cabeça de metal: são mais baratos e se escondem no trabalho, podendo ser empregados principalmente em trabalhos de artesanato  em que ficarão de forma definitiva.

·         Alfinetes de cabeça plástica: são mais baratos, bem visíveis como os de flor e cabeça de vidro, porém não costumam ter pontas muito afiadas, podendo ocasionar fios “puxados”.

 

Jogue fora os alfinetes que estiverem tortos, enferrujados ou sem ponta para não se machucar ou comprometer seu trabalho.

Escolha aqueles que melhor se aplicam ao seu jeito e boas costuras pra você.



Escrito por tramapura às 19h14
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dicas sobre linhas

Use a linha de acordo com o tipo de tecido a ser costurado. Se o tecido tiver alguma elasticidade, prefira linhas mistas de algodão e poliéster.

As linhas ideais para patchwork são as 100% algodão, pois têm a mesma durabilidadeos tecidos usados na peça e reagem da mesma maneira às lavagens, à temperatura do ferro  e eventualmente a remoção de manchas.

Ao usar linhas metálicas procure trabalhar com uma tensão menor na máquina  e se possível mais devagar. Tente não escolher motivos de bordado muito elaborados, pois o constante vai e vem necessário para realizá-los tende a desfiar a linha.

As linhas transparentes (nylon) são excelente opção para trabalhar em tecidos de múltiplas cores, ou quando desejamos apenas adicionar textura à peça sem que a linha apareça. (Essa é uma das minhas opções favoritas.)  Ao utilizá-la, encha a bobina apenas o suficiente para trabalhar na peça. Ajuste a máquina diminuindo a tensão da linha e aumentando o tamanho do ponto..É possível trabalhar também com a linha de nylon apenas  no carretel  e colocar linha de algodão na bobina.  Independentemente da escolha do que irá na bobina, sempre faça retrocesso no início  e no final da costura, pois apenas nós não seguram bem a linha. 

Vejam o detalhe do quilte na bolsa abaixo, foi feito com linha transparente e na minha “modesta” opinião, valorizou o tecido.



Escrito por tramapura às 20h12
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




As Leis de Murphy na costura

  • O termo-colante sempre cola no ferro de passar.
  • Se você precisa de 6 botões iguais, só vai encontrar 5 na sua caixa de botões.
  • A costura que você queria desmanchar era a outra.
  • Quando você está com pressa , o buraco da agulha fica menor.
  • O tecido que você esqueceu de lavar é aquele que mais encolhe ou solta mais tinta.
  • O molde que você quer utilizar outra vez sempre está incompleto.
  • Se você derrubar algo de sua cesta de costura, pode estar certa que será a caixa de alfinetes aberta.
  • Toda vez que o quilt está ficando maravilhoso, a linha da bobina acaba.
  • A tesoura corta melhor a parte de fora de casa do botão.
  • O tamanho do estrago é diretamente proporcional ao custo do tecido.
  • A agulha que você perdeu será encontrada pela primeira pessoa descalça da casa.
  • As pontas do trabalho que não batem são aquelas que você já refilou.linha
  • O ferro nunca queima a peça até que ela esteja completamente pronta.
  • O ferro à vapor só vai soltar água suja sobre o tecido claro mais caro.
  • A máquina de costura normalmente quebra no domingo.
  • A linha do franzido sempre quebra na metade.


Escrito por tramapura às 07h43
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Passando a limpo – dicas para passar seu quilt

Fiz um curso de alfaiataria há alguns anos e meu professor deu algumas  dicas essenciais para qualquer tipo de costura que eu aproveitei para complementar com alguma coisa da minha experiência também:

Temperatura do ferro: embora óbvio e frequentemente falado, escolha a temperatura de acordo com o tecido. Passe os tecidos que precisam de temperatura mais baixa primeiro, assim se economiza energia. O algodão requer uma temperatura mais alta para passar e fica melhor passado se não estiver completamente seco na hora de passar. Para tecidos escuros, considere utilizar uma fralda ou um outro tecido fino entre o ferro e o tecido.

Tábua de passar: ela deve ser macia. A tábua dura, embora dê a impressão de facilitar passar a roupa, tende contribuir para marcar (queimar) o tecido das costuras tombadas no direito, principalmente em tecidos escuros.

Costuras: quando for passar para abrir uma costura ou tombá-la, certifique-se que ela não entorte. Depois de passada torta ela não endireita nunca mais.

Ferro: ao comprar um ferro considere o que ele vai passar e quanto você vai usá-lo. Não adianta comprar um ferro baratinho mas que pode danificar uma peça que você demorou um mês para acabar, não é?

Limpeza do ferro: para limpar resíduos grudados na base do ferro de passar, pegue um pedaço de papel manilha ou Kraft, espalhe um pouco de sal de cozinha e passe o ferro bem quente. Funciona melhor com resíduos recém grudados, mas funciona com os mais aderidos também. Depois, remova qualquer excesso de sal em um pano limpo. A propósito, não use em ferros com base de teflon.

Para limpar ferros a vapor, a cada 6 meses  carregue o reservatório com uma mistura de 3 colheres de sopa de vinagre branco para 1 xícara de chá de água. Aqueça o ferro e proceda a auto-limpeza. Caso ele não possua essa função, passe o ferro sobre um pano limpo, de forma que o vapor com vinagre saia pelos orifícios da base. Esvazie o reservatório, encha com água limpa e volte a fazer a auto-limpeza/o procedimento anterior com o pano limpo.

Termo-colante: quando for usar papel termo-colante ou entretela termo-colante, forre a tábua de passar com um tecido que possa se descartado. Isso evita que o excesso de cola grude na tábua e cole em outra peça acidentalmente.

Canetas temporárias: remova a tinta completamente antes de passar. Isso evita que o calor torne permanente a tinta temporária .



Escrito por tramapura às 20h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Dicas para manutenção de sua máquina

1-mantenha o manual de sua máquina em um lugar fácil de encontrar. Nele existem instruções específicas sobre como manter sua máquina e resolver problemas.

2-algumas máquinas requerem óleo. Use um óleo de máquina apropriado (a Singer tem um) e pingue umas duas gotas nos furinhos que existem em cima da base, perto da agulha.  Coloque uma gota na barra da agulha e em outras partes móveis. Faça isso de acordo com sua freqüência de uso. Se usar todos os dias, coloque uma vez por semana, se usar pouco, coloque antes de usar. Não coloque óleo em máquinas eletrônicas, pois pode atingir as partes eletrônicas e queimar. Nesse caso verifique o manual para saber se precisa colocar óleo e onde. Não coloque óleo em excesso. Uma ou duas gotas são suficientes após 8 horas de uso. Uma amiga minha achou que quanto mais óleo melhor, e colocou muuuuuuiiiiiiiito óleo na máquina.  O resultado foi que a máquina ficou desregulada e mesmo depois de passar pelo técnico para regulagem, ainda vaza óleo Ira.

3-cubra a máquina após o uso. A poeira e a poluição depositam-se nos mecanismos impedindo o funcionamento perfeito e podem causar defeitos a longo prazo.

4-se tiver máquina eletrônica, procure utilizar um filtro de linha, para reduzir riscos devido a mudanças bruscas de tensão da rede elétrica.



Escrito por tramapura às 19h18
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Olá,

Não resisti em colocar a foto de uma almofadinha que eu terminei hoje. Modéstia a parte, ficou muito fofa.

Bjs,

 



Escrito por tramapura às 19h12
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Máquina de costura - dicas p/ aquisição

História

Antes da máquina de costura ser inventada, todas as roupas, itens de enxoval para casa e até sacos para armazenagem de alimentos eram costurados à mão, consumindo dias e até semanas de trabalho.

A primeira notícia que se tem de uma máquina de costura data de 1755, mas apenas em  1894 surgiu um modelo viável, dando assim origem os inúmeros modelos comercializados hoje em dia.

Minha primeira máquina

Eu aprendi a costurar há cerca de 30 anos em uma máquina Singer antiga de pedal e gabinete, que só fazia costuras retas.  Desde então, eu evolui para as máquinas portáteis e acabei conhecendo várias marcas.  Independentemente da marca, seguem algumas recomendações para que a amiga que me lê fique mais contente com sua aquisição:

Básico  – para aquelas nunca costuraram e querem se aventurar

 1-seja qual for seu nível de conhecimento de costura, compre um modelo que seja robusto (as máquinas – mini só servem para crianças maiores de 12 anos e olhe lá!Riso). Além da costura reta, com regulagem de tamanho de ponto, a máquina também deve ter ponto de zig-zag e fazer casas para botões.

2-deve ser fácil colocar a linha para começar a costurar. Muitos modelos hoje em dia tem impresso na própria máquina qual é a sequência de passagem da linha. As bobinas devem ser facilmente adquiridas e não ser exclusivas do fabricante, senão seu custo provavelmente será alto e precisamos de muitas bobinas para as várias cores de linha.

3-braço removível. Esse item embora possa não parecer muito importante, vai fazer toda a diferença quando da costura de itens pequenos ou em espaços apertados.

4-o pezinho deve ser fácil de trocar, assim como a agulha.

5-iluminação na área da agulha. Essencial para costurar à noite e para o pessoal com um pouquinho mais de idade como eu conseguir colocar linha.

6-cortador de linha. Por mais disciplinadas que possamos ser vai acontecer de precisar cortar a linha e não ter nenhuma tesoura por perto.

7-motor. Acho que não existem mais máquinas sem motor, mas não custa mencionar.

8-manual de instrução. Hoje em dia são fornecidos os manuais apenas com o mais básico. Qualquer informação deve ser “baixada” de um site. Alguns modelos vêm com manual em DVD. Mas o mais legal são as que fornecem uma aula para aprender a usar.

9-garantia e assistência técnica. Verifique se é fácil achar alguém para consertar sua máquina se necessário.

10-pontos de bordado.  É sempre bacana ter a disposição alguns pontos, mas isso já começa a ficar mais importante para as costureiras mais avançadas.

Observação importante:

Se você nunca costurou, faça aulas ou tente usar a máquina de uma amiga ou parente para ver se você gosta de costurar.  Verifique sua realidade e veja se é um hobby que você sente que vai conseguir separar algum tempo para se dedicar.  É possível encontrar máquinas a um preço razoável com as características acima, porém sempre acaba sendo caro se você não for utilizar.

 

Avançado – para aquelas que já foram picadas pelo bichinho do algodão

Para as mais avançadinhas também vão algumas dicas

1-pontos de bordado. Analise os pontos de bordado disponíveis. Eles costumam encarecer a máquina e acabamos utilizando só uma 6 dúzia. Veja se além dos pontos existem outras coisas interessantes que tornam interessante a aquisição.

2-cortador automático de linha. Uma de minhas máquinas tem. Eu aaaaaaaaaaaaammmmmmmoooooooo. É muito prático, mas recomendo testar pois antes de ter eu também achava frescura.

3-passador automático de linha. Tem de ser automático mesmo e dar para passar fácil. Tenho uma máquina que é tão chato de passar a linha que eu prefiro procurar os óculos.

4-movimento contínuo. Em alguns modelos tem um botão de liga e desliga e a máquina fica costurando sem precisar pisar no pedal. Serve para costuras longas ou para quilt livre. Eu não me acostumei.  Acho que vale avaliar outras experiências para ver se é legal ter.

5-mesa para patchwork. A minha tem mas eu não uso. Ocupa muito espaço da mesa do meu ateliê de casa.

6-pés para quilte reto e livre. Se você não tem e faz ou quer fazer patchwork é essencial.

7-a bobina. Eu não gosto das bobinas que se coloca na lateral da máquina. Já me disseram que são as melhores, porém, na minha experiência, elas enrolam mais a linha no mecanismo.  Tenho duas com esse mecanismo e três com a bobina em cima. As três nunca me deram problema, mas as outras duas...

8-parada da agulha sempre no tecido. É muito bacana poder virar a costura sem ter de se preocupar se o pé está embaixo ou não.

9-criador de pontos de bordado. Parece interessante. Eu não tenho a experiência. Acho que vale a pena se você for reaaaallllllmente usar.



Escrito por tramapura às 18h16
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Oi, eu sou a Luci, feliz proprietária do ateliê Trama Pura. Acabei de criar este blog para me comunicar com amigas e amigos, aprender coisas novas e talvez ensinar algumas. Bjs a todos



Escrito por tramapura às 21h23
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]





[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]